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O céu de Angra… em RAW

Depois de homenagear o céu de Saquarema, achei que o de Angra também merecia a mesma atenção. Mas dessa vez fotografei em RAW.

Depois dos primeiros testes com a G11, entrei numa paranoia de que o jpeg estava mais comprimido do que quando eu fotografava com a G9, mesmo com a melhor qualidade selecionada. Aí eu revolvi passar o feriado inteiro fotografando em RAW, para depois comparar com as fotos de Saquarema, do final de semana anterior.

Comparando as fotos em jpeg da G11 com as da G9, em zoom de 200%, cheguei à conclusão que é quase a mesma coisa. Realmente a Canon baixou a taxa de compressão, o que significa uma piora na qualidade da imagem, mas a G9 não estava tããããão melhor como eu pensava que estaria. A verdade é que, comparando com as fotos em RAW, as duas estavam uma merda!

Para usar no dia a dia – colocar na internet, até mesmo imprimir em revista, em página dupla – as imagens em jpeg têm qualidade mais do que suficiente. Mas eu fiquei pensando sobre as grandes ampliações, as artísticas… sobre pegar uma das fotos que eu fiz na Chapada Diamantina e fazer um quadrão. Imagina que frustração ver ampliado aquele padrão horroroso do jpeg!

Eu me lembro de um fotógrafo amigo meu, há muito tempo, que fez ampliações de quase 2 metros a partir de um arquivo mixuruca e ficou bom. Na época ele usou um software (ou era um plugin, sei lá) que ampliava as imagens de forma mais inteligente do que o Photoshop. Mas imagina fazer isso a partir de um arquivo bom? O resultado seria ainda melhor!

Sei lá… Eu não tenho o hábito de ampliar as minhas fotos para fazer quadros, portanto posso estar exagerando, mas eu gostei de fotografar em RAW. Será que vou me transformar em uma entusiasta desse formato?

Angra dos Reis

Angra dos Reis

Angra dos Reis

Angra dos Reis     Angra dos Reis

Posted in Angra, Fotografia.


2 Comentários

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  1. Pedro diz...

    O bom de fotografar em RAW é que demora mais tempo pra descarregar da câmera, ocupa mais espaço no memory card, ocupa mais espaço no HD do computador… é uma beleza! Imagino que você já saiba o que eu penso sobre esse formato, não? Mas não me culpe, talvez eu ainda esteja traumatizado de experiências passadas…

    Pelo que sei, de um certo modo, todas as câmeras digitais fotografam inicialmente em RAW e em seguida automaticamente convertem o arquivo para JPG, dispensando o RAW. Nesse sentido, o conversor da série G da Canon pode não ser tão bom quanto o do Photoshop, o que justifica usar esse formato elefântico 🙂

    Achei uma citação de um ilustre fotógrafo desconhecido sobre o assunto:

    “Saving this raw data is exactly like people who save twenty years of newspapers in piles around their house. They know they might need the information sometime, but it sure gets in the way! Other people think they are crazy.”

    Humm…

  2. Lia Caldas diz...

    Hahaha. Adorei a citação. É um bom ponto de vista, vou levar em consideração.



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