Uma mulher que foi proibida de fazer barulho alto durante suas relações sexuais perdeu seu apelo contra a decisão. Ela havia argumentado que os gemidos durante o sexo eram parte dos seus direitos humanos, que asseguram “o respeito à sua vida privada e particular”, mas o juiz Jeremy Freedman, que julgou o caso acompanhado por outros dois magistrados, rejeitou o argumento.
“(O ruído) é com certeza uma intromissão e constitui uma perturbação da paz. É claramente de uma natureza muito perturbadora e também é acentuado pela duração – não se trata de um único episódio, se prolonga por várias horas a cada vez”, disse o juiz. “E (o ruído) é agravado ainda mais pela frequência do episódio, quase todas as noites”.
A vizinha Rachel O’Connor, que mora na casa ao lado, disse ao tribunal que com frequência chegava tarde ao trabalho depois de passar a maior parte da noite acordada por causa do barulho. “Pelo barulho, é como se ambos estivessem sentindo muita dor. Eu não posso descrever o ruído. Eu nunca escutei nada igual”, disse ela.
Segundo os vizinhos, as relações sexuais do casal começavam por volta da meia-noite e prosseguiam até três horas da manhã, todas as noites. Equipamentos especializados de gravação foram instalados no apartamento de O’Connor pelo governo local e registraram níveis médios de ruído entre 30 e 40 decibéis, com um pico de 47 decibéis. Esse nível de ruído é suficiente para interromper o sono e dificultar a comunicação verbal entre as pessoas.
Uau! Que propaganda para o cara, hein!!?
Leia também:
- Britânica morre pisoteada por rebanho ao passear com cães “A polícia da região acredita que as vacas e bois...
- Queniano sobrevive a batalha de três horas com serpente Um homem no Quênia mordeu o rabo de uma píton...
- Batalha fotográfica Excelente campanha da empresa canadense The Camera Store:...
Uma mulher que foi proibida de fazer barulho alto durante suas relações sexuais perdeu seu apelo contra a decisão. Ela havia argumentado que os gemidos durante o sexo eram parte dos seus direitos humanos, que asseguram “o respeito à sua vida privada e particular”, mas o juiz Jeremy Freedman, que julgou o caso acompanhado por outros dois magistrados, rejeitou o argumento.
0 Comentários
Mantenha-se atualizado! Assine o RSS feed para comentários deste post.