Por pressão popular, o Parlamento português discute hoje uma proposta de renegociação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, apesar de este já ter sido aprovado pelo governo e pela Assembleia da República. Entre as principais queixas apresentadas pelos críticos do acordo está a que a eliminação de “p” e “c” não pronunciados em palavras como “óptimo”, “Egipto”, “acto”, “inspecção” ou “facção” abandona a etimologia (história) das palavras. Eles dizem que o acordo não tem coerência por eliminar essas letras não pronunciadas e manter o “h”, como em humano ou hora.
Será que vai ser mais um acordo que só o Brasil cumpre e Portugal volta atrás? Se não me engano, não é a primeira vez que isso acontece.
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