Que nojo!
Video de Mellin Videos.
Minha coleção de coisas efêmeras – Ephemera: noun. [pl.] things that are important or used for only a short period of time
Algumas citações sobre design, ou que podem ser aplicada ao design, do site Quotes on Design:
E esta é uma das minhas favoritas:
“A customer is the most important visitor on our premises.
He is not dependent on us. We are dependent on him.
He is not an interruption of our work. He is the purpose of it.
He is not an outsider to our business. He is part of it.
We are not doing him a favour by serving him. He is doing us a favour by giving us the opportunity to do so.” Mahatma Gandhi
Posted in Design & Webdesign.
– March 4, 2010
Videoclipe todo feito com infográficos. Legal!
Posted in Design & Webdesign, Vídeos.
– March 2, 2010
O caso da Denise Bottmann, que está sendo processada pela editora Landmark, continua provocando demonstrações de indignação e protestos pela internet. Agora foi criado um blog de apoio à Denise, com um Manifesto criado por quatro grandes feras da tradução, que pode ser assinado aqui, e com um texto que explica bem o caso, inclusive com exemplos e imagens dos livros em questão.
Posted in Livros.
– March 1, 2010
Olha que absurdo esta notícia, que peguei no site de O Globo, depois de ler um tweet da @marinewlands:
Editora acusada de plágio processa tradutora
A tradutora Denise Bottmann, que desde 2007 se dedica a divulgar casos de plágio de traduções no blog Não Gosto de Plágio, está sendo processada pela editora Landmark, responsável por duas obras denunciadas por Denise: “Persuasão”, de Jane Austen, e “O morro dos ventos uivantes”, de Emily Brontë, publicadas em 2007. A ação exige que Denise pague uma indenização por danos morais e materias no valor de R$ 186 mil e que retire o blog do ar.
[...] As semelhanças incluem erros de tradução e gralhas. [...]
Em 2008, o Prosa & Verso mostrou a prática corrente do plágio de traduções entre editoras como Nova Cultural e Martin Claret, que substituíam o nome de tradutores famosos pelos de pessoas desconhecidas para driblar o pagamento de direitos autorais. Em muitos casos, a fraude era sugerida pela produtividade sobre-humana dos tradutores – um deles era creditado pela Martin Claret em obras de Marx, Descartes, Rousseau, Nietzsche, Weber, Shakespeare, Kafka, Platão, entre muitos outros. O Globo
Processar a Denise foi um erro estratégico grave da Landmark e só vai servir para chamar atenção ao caso. O plágio pode ser comprovado pelos erros grosseiros que se repetem nas duas edições. Não tem como um juiz não ver isso. Ainda bem que existe alguém prestando atenção nisso e denunciando tudo.
Tradução é uma coisa muito séria. Tenho livros que não consigo ler direito porque a tradução mal feita me incomoda demais. Outros, nem parecem livros traduzidos, de tão bons que são. O pior é quando você encontra um trecho claramente mal traduzido – em que dá até para deduzir o que estava escrito na língua original, e o tradutor deixou passar – e você passa a desconfiar de tudo o que leu até aquele ponto.
– February 24, 2010
Finalmente esse plugin do WordPress, que eu adorava tanto e usava bastante, voltou a funcionar.
Desde que atualizei o WP para a versão 2.9, ele estava parado, e eu, aguardando pacientemente uma nova versão do plugin, comecei a colocar quase que manualmente as fotos do Flickr nos posts. Um saco! Eu usava um plugin para isso, mas ele não chega aos pés do Flickr Manager.
O Flickr Manager simplesmente coloca um botão do Flickr dentro da página de “novo post”. Basta clicar na foto que você quer, escolher o tamanho, e ele ainda traz todas as informações de lá: título, legenda etc. Um mamão na roda! hehehe
A solução para o problema, no entanto, não veio em forma de atualização. Acredito que o autor do plugin não esteja mais trabalhando nele, e a comunidade resolveu encontrar uma saída. Achei um post que indicava simples passos para consertar o Flickr Manager.
1) Abrir os arquivos:
2) Remover qualquer “@” que esteja no código.
Por exemplo:
Esta linha:
wfmJS(‘a[@rel*=flickr-mgr]‘).each(function() {
Se transforma nisto:
wfmJS(‘a[rel*=flickr-mgr]‘).each(function() {
- – - – -
Os arquivos não são grandes e não são muitos @s para apagar. Foi rápida e indolor a mudança.
E aqui vai um teste para eu ter certeza de que está tudo funcionando mesmo:
Posted in Internet & Sites, Meu blog.
– February 19, 2010
Olha isso!

Vista aérea do Monte Roraima – Foto: Paulo Liebert/AE
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Monte Roraima – Foto: Paulo Liebert/AE
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Monte Kukenán – Foto: Paulo Liebert/AE
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Monte Kukenán – Foto: Paulo Liebert/AE
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Taí um lugar que eu quero muito conhecer. Essa vontade apareceu desde a primeira vez que ouvi falar dos tepuis e das belezas e estranhezas do lugar. Desde então, a vontade vem crescendo, e agora penso em estabelecer uma data para chegar lá.
“Uma lenda indígena diz que o Monte Roraima, na tríplice fronteira entre o Brasil, a Venezuela e a Guiana, é a morada de Makunaima, uma entidade sagrada. Os índios Macuxis dizem que Makunaima foi fecundado no topo do monte durante um eclipse, quando raios dourados do Sol refletiram em um lago com os raios prateados da Lua. De curumim, cheio de magia, Makunaima cresceu forte e tornou-se um índio guerreiro. Guardião do monte faz o tempo nublar e chover se alguém gritar em seu topo, pois é lá que repousam os espíritos dos pajés. Quando um deles morre, seu espírito penetra na terra e se transforma em cristal.” Paulo Liebert
Achei esse post – Monte Roraima: lendas e aventura – com fotos e texto de Paulo Liebert, num dos blogs do Estadão: Olhar sobre o mundo, de Nilton Fukuda. As fotos são demais! Vale o clique!
Recentemente, em janeiro de 2010, uma expedição composta por Eliseu Frechou, Marcio Bruno e Fernando Leal abriu a primeira via de escalada em uma das paredes do Monte Roraima: Guerra de Luz e Trevas. Antes disso, só havia um caminho de acesso pela Venezuela e outro pelo Brasil, sendo o segundo bem mais difícil que o primeiro.
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Monte Roraima – Foto: Eliseu Frechou
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Eliseu no jumar da P3 – Foto: Márcio Bruno
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Monte Roraima – Foto: Eliseu Frechou
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Em seu blog, Eliseu colocou bastante material sobre a conquista. Neste post – Respostas às perguntas feitas no Planeta EXPN – ele colocou o croqui da via, junto com a entrevista feita para a ESPN. Nestes, ele relata a aventura:
Escalando o Roraima – nos domínios de Makunaima,
Escalando o Roraima – a decolagem,
Escalando o Roraima – começa a guerra,
Escalando o Roraima – Trevas,
Escalando o Roraima – Quem vai ganhar a guerra? e
Escalando o Roraima – a batalha final
Meu objetivo não é escalar essa via, mas sim subir pela trilha mais fácil, pela Venezuela, pois ainda tenho que comer muito arroz e feijão para conseguir fazer qualquer outro caminho. Quer dizer, até o “caminho mais fácil” ainda é puxado para mim. Vou ter que treinar bastante antes de encarar essa aventura.
Posted in Escalada, Fotografia, Minha vida.
– February 18, 2010
Fotos do Flickr da Biblioteca Estadual de New South Wales, que fica na Austrália.
Acima, primórdios de Miss Aniela, numa época sem Photoshop.
Linda essa foto. Adoro o vento no vestido dela.
Se eu não me engano, o bichinho fofinho da foto acima é um demônio da Tazmânia.
Lindo enquadramento.
Posted in Fotografia.
– February 11, 2010
A ideia inicial era quebrar o percurso em dois dias, viajar com a luz do sol e dormir onde o cansaço batesse. A gente escolheu fazer a viagem pela BR-116, a Rio-Bahia, que nos pareceu ser o caminho mais lógico. Pelos meus cálculos, a metade do caminho seria lá perto de Teófilo Otoni.
Tivemos, no entanto, alguns problemas no Rio que nos impediram de sair cedinho; portanto partimos à tarde, com o objetivo de chegar, no mínimo, em Governador Valadares, seja que horas fosse. O Pedro dirigiu a maior parte do tempo e eu peguei o carro por volta de 21h, já que sou um ser da noite. Dirigi até uma da manhã, quando chegamos ao objetivo mínimo do dia.
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Toda a viagem começa quando você dá o primeiro passo. E no meu caso, a animação de saber eu finalmente iria conhecer a Chapada Diamantina era tanta que eu comecei a fotografar ainda no Rio de Janeiro. Eu fotografava qualquer coisa que eu visse do carro. Qualquer coisa mesmo! E já que eu estava com mais dois disquinhos de memória, não me preocupei nem um pouco em economizar cliques.
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A viagem do primeiro dia foi inconstante: a estrada estava oras razoavelmente boa, oras muito boa e oras um perigo absurdo. Paramos em Teresópolis para um lanche, onde aproveitei para fotografar o Pico do Escalavrado, com a luz de fim de tarde. Essa era a vista do lugar onde tomamos um suco de laranja com pão de queijo:
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No segundo dia, andamos ainda bastante por Minas Gerais – como é grande esse estado! –observando qualquer pedaço de pedra e imaginando que pudesse ter alguma escalada. Em algum ponto, achamos um morro que a princípio nos fez lembrar o Pão de Açúcar, mas que na verdade não tinha nada a ver. Só por este ângulo mesmo:
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Aproveitei para tentar tirar uma boa foto de estrada, algo tipo banco de imagens, pensando em mandar para a Olhar. É claro que eles já têm esse tipo de foto, mas eu queria deixar o meu pai orgulhoso. Foram estas as imagens que eu consegui fazer:
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Bom, acho que deu certo, pois uma das fotos foi para no Explore do Flickr, do dia 3 de fevereiro, e no blog deles em português, num post sobre nuvens.
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E o Blanquito não podia ficar de fora. Eu estou fotografando tanto esse carro que ele ganhou até um álbum no Flickr. O Pedro diz que desse jeito vai ser impossível vendê-lo quando chegar a hora, pois eu o transformei em um membro da família. O pior é que é verdade. Do jeito que eu sou sentimental, vai ser uma choradeira ainda maior do que quando eu vendi o meu primeiro carro, um Ford Ka azul que eu chamava de Tatu Bolinha.
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Numa das paradas para abastecer, uma abelha me pediu para ser fotografada. Eu estava dentro do carro e ela olhou no fundo dos meus olhos. Veja a primeira foto e me diz se ela não está me olhando:
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A segunda foto acabou se tornando a minha macro favorita. Amei as cores e a suavidade da luz, sem falar na diferença entre a textura da asa e a do corpo peludo da abelha:
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Na Bahia, o caminho escolhido foi ir até Vitória da Conquista e pegar a BA142, passando por Tanhaçu, Ituaçu e Barra da Estiva, que já estão na gigante área da Chapada Diamantina. Passamos por povoados muito pobres e pelo o que me pareceu serem plantações de cáctus, se é que isso existe. Ao longo das estradas, uma grande quantidade de borboletas amarelas me deixou fascinada e ao mesmo tempo frustrada, pois seria impossível fotografá-las. Isso é uma daquelas coisas que tem que ver, não dá pra registrar.
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A chuva e o arco-íris:
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Mesmo já estando na Chapada Diamantina, você só se dá conta disso quando vê a Serra do Sincorá. Foi emocionante ver as paisagens abaixo, especialmente na luz de fim de tarde. Uma pancada de chuva refrescou o ambiente, e o verde ficou lindo.
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Depois dessa última foto, paramos em Mucugê, onde passamos a noite, mas isso fica para o próximo relato.
Posted in Chapada Diamantina, Fotografia, Minha vida.
– February 10, 2010
Ontem, a equipe do blog do Flickr em português escolheu esta foto minha para um post sobre nuvens:
Desde então, estou recebendo um monte de comentários generosos sobre a foto, o que me deixou toda contente. Eu sou boba, né!?
Mas acho que a foto escolhida não era a melhor, entre as fotos de estrada que eu tirei, para o post. Este céu é bem mais interessante:
As duas foram tiradas na viagem para a Chapada Diamantina, na estrada BR116, na Bahia.
Posted in Chapada Diamantina, Fotografia, Internet & Sites.
– February 9, 2010
Arrumei um novo tipo de freela para ganhar mais um dinheirinho no final do mês. Eu agora também faço revisão de trabalhos acadêmicos, colocando-os no formato ABNT e em linguagem acadêmica, quando for preciso. No momento estou com uma monografia interessantíssima sobre cinema e violência.
Se alguém precisar desse tipo de serviço, pode entrar em contato.
Posted in Minha vida.
– February 5, 2010
Fiz um “ensaio” com a minha amiga e parceira de academia Bruna e seu cãozinho Álvaro no final do ano passado. No Natal, resolvi editar e ampliar algumas para dar de presente a ela. E não é que estava bom o material!? Coloquei as 30 fotos selecionadas no Flickr. Podiam ser menos, eu sei, muitas são bem parecidas; mas achei que ela ia gostar de ter várias opções.
Estas são as minhas favoritas:
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E aqui está o link para as 30 fotos: Bruna e Álvaro.
Ahh… E nome do cachorro é Álvaro mesmo. Coisa doida, né!?
Posted in Amigos, Cachorros, Fotografia.
– February 5, 2010
Eu e a minha priminha querida na festa de aniversário carnavalesca que a nossa prima Thaïs promoveu no último domingo (31/01).
Eu e a Adriana éramos grudadas quando criança e já fizemos muita bagunça juntas. A gente adorava se passar por irmãs. Te adoro, Dri! E feliz aniverário, Thaïs!
Ahh… E a foto foi tirada pela minha mãe, que usa uma câmera de filmes vagabunda, daquelas bem amadoras, mas que conseguiu pegar um clima ótimo nessa foto. Incrível!
Posted in Amigos, Fotografia, Minha vida, Saquarema.
– February 2, 2010
Eu e Pedro acabamos de voltar da Chapada Diamantina cheios de histórias e de fotos. Ainda não sei como vou organizar tanta informação. Acho que, para começar, vou publicar alguns números da viagem, junto com belas fotos, é claro:
Duração da viagem: 14 dias
Distância percorrida: 3.614 km
Cidades visitadas: 11 (Mucugê, Igatu, Andarai, Lençóis, Iraquara, Palmeiras, Caeté-Açu/Vale do Capão, Conceição dos Gatos, Guiné, Nova Redenção e Ibicoara)
Cidades onde dormimos: 4 (Mucugê, Lençóis, Caeté-Açu/Vale do Capão e Ibicoara)
Fotos tiradas: 3581 = 2727 (Lia) + 854 (Pedro) – Vai ser difícil editar! Eu tenho o dedo pesado para fotos, eu acho.
Hematomas: 2 (Lia) + 0 (Pedro)
Cobra giboia encontrada: 1 (mas ela já estava satisfeita, então não houve perigo)
Rio atravessado pelo Blanquito (meu Palio flex 1.0 branco que acha que é um Jipe): 1
Trilhas percorridas: muitas
Dias até descobrir que na Bahia não tem horário de verão: 3
Depois tem mais!
Posted in Chapada Diamantina, Fotografia, Minha vida.
– January 27, 2010
Depois de anos sem, voltei a ter uma webcam. Agora meus amigos já podem me ver pelo Skype.





É uma LifeCam VX-2000.
Posted in Minha vida.
– January 26, 2010